[…] E tudo começou em uma brincadeira, nunca imaginaria que você iria tomar conta dos meus pensamentos. Noites sem dormir pensando em como seria perfeito ter você comigo, pensando que talvez seja você a pessoa que eu procurei a vida inteira. Eu nunca menti sobre amar você. Então confie em mim, prometo nunca te enganar, e nunca te deixar sozinho, prometo estar com você em todos os momentos, prometo que eu vou precisar de você sempre.
Saudade não é um bom motivo para ter de volta as pessoas que você tratou com descaso enquanto estavam do seu lado.
Saudade é uma dor imensurável e sufocante presente em cada hiato. É sentimento abstrato que esmaga o peito como se fosse concreto. A saudade é a vírgula quilométrica enraizada entre dois pontos, dos muitos textos que a vida infelizmente pausa por falta de prosa e até pelo excesso de rosas. Saudade afia os ponteiros do relógio, transforma poucas horas em cortes profundos, dominados por flashbacks com ardor de álcool cuspido sobre ferida aberta, aparentemente incicatrizável. A saudade nos afoga com as águas calmas do passado, desfoca o presente e congela o futuro como faz o frio polar de uma nevasca.
Ricardo Coiro, Aquela coisa chamada Saudade (via autografia)

(Fonte: apregoador, via autografia)

Há 21 horas
59 notas
Estou fazendo as malas Rafael. Vou sair, não era isso que você queria? Estou indo, você venceu. Vou levar comigo tudo o que eu conseguir, até aquele meu amor guardado por você. Vou te chamar de Rafael, porque o ‘amor’ eu já guardei. Tem mais espaço na mala, porque quando eu o trouxe, o coração tava cheio de carinho. Ele diminuiu, por sua culpa. Aproveita e me devolve toda essa preocupação que gastei com você, que vou gastar ela comigo. Devolve também aquela música que era minha predileta antes de ser a nossa preferida. Ela é minha antes de tudo. Odeio lembrar de você com coisas que eu gostava antes de gostar de você. Deixei sua cerveja no freezer, e encontrei seu coração lá. Estou fazendo as malas e vou sair ainda hoje da sua cabeça, favor fazer o mesmo.
Alice.
Ana Luíza Bessa, Rafael e Alice. (via autografia)

(Fonte: APREGOADOR, via autografia)

Há 20 horas
142 notas
Morro do que há no mundo: do que vi, do que ouvi. Morro do que vivi. Morro comigo, apenas: com lembranças amadas, porém desesperadas. Morro cheia de assombro por não sentir em mim nem princípio nem fim. Morro: e a circunferência fica, em redor, fechada. Dentro sou tudo e nada.
Cecília Meireles   (via convulso)

(Fonte: quoteiros, via faz-sonhar)

Há 21 horas
546 notas
Por que tanta tristeza ? Eu quero mesmo é ser colecionador de felicidade.